Suplementos diários de cálcio e vitamina D reduzem o risco de fracturas, em ambos os sexos, mesmo quando já se registaram fracturas prévias. No entanto, revela um novo estudo, a vitamina D isolada não oferece protecção significativa. Os investigadores analisaram dados relativos a mais de 68 mil pessoas, com uma média de idades de 70 anos, e verificaram que a vitamina D isolada não previne fracturas. No entanto, em associação com o cálcio, é eficaz. O estudo está publicado no BMJ.
FONTE:"http://www.tribunamedicapress.pt/patologias/29415-vitamina-d-e-calcio-eficazes-contra-farcturas"
segunda-feira, 29 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
O nosso Peddy Paper
No dia 24 do Março o nosso grupo realizou uma actividade para os alunos do 3ºciclo, um Peddy Paper. Tínhamos como objectivo a divulgação do nosso trabalho de projecto, mas fundamentalmente pretendíamos que os nossos colegas do 3ºciclo conhecessem um pouco mais acerca de Medicina e da sua evolução.
Assim, por volta das 10h da manhã iniciamos uma breve explicação e esclarecemos algumas dúvidas dos nossos participantes. Podemos afirmar que esta actividade superou as nossas expectativas, participaram cerca de 105 alunos que se mostraram verdadeiramente entusiasmados.
O roteiro era diversificado, os concorrentes tiveram de percorrer todo o recinto escolar para responderem às perguntas que lhes foram colocadas, para tal foi necessário um suporte informático, nomeadamente os computadores com ligação à internet existentes no Espaço do Conhecimento da nossa escola. Os alunos pareciam bastante motivados e com muita vontade de responderem correctamente a todas as perguntas e no menor espaço de tempo possível.
Os resultados foram afixados no dia 25 de Março e todos os concorrentes ficaram a saber quais os três grupos vencedores e os respectivos prémios. Em primeiro lugar ficou a equipa nº5 da turma 7ºA, Catarina Martins, Joana Pinto e Teresa Carvalho com 140 pontos, em segundo lugar a equipa nº5 da turma 7ºI, Isabela Brás e Lúcia Brás com 130 pontos e 44minutos de prova, por fim, em terceiro lugar ficou a equipa nº 1 da turma 7ºC, João Pereira, João Ferreira e João Carvalho também com 130 pontos mas com 50 minutos e 30 segundos de prova.
Agradecemos o auxílio imprescindível da nossa professora da disciplina, Andreia Monteiro, à Direcção Pedagógica do Externato de Vila Meã pela disponibilidade e permissão dada à realização desta actividade e a todos os alunos que participaram no nosso Peddy Paper.
Prémios atribuidos:
1º Lugar (livro + chocolate)
2º Lugar (livro + chupa-chupa)
3º Lugar (livro)
terça-feira, 23 de março de 2010
Laboratório do Porto estuda a dor na face humana

O Laboratório de Expressão Facial da Emoção (FEELab), da Faculdade de Ciências da Saúde (FCS), da Universidade Fernando Pessoa (UFP), está a estudar a expressão facial da dor, revelou o director daquela instituição. "O mapeamento dos traços da dor permitirá a compreensão imediata do desconforto e uma intervenção mais assertiva", observou Freitas-Magalhães, para quem "o rosto é uma impressão digital de constatação imediata do sofrimento humano". "Os mecanismos neuropsicofisiológicos da dor fornecem informação útil e real ao nível da face sobre o estado de saúde da pessoa que urge aproveitar na profilaxia e tratamento da dor", concluiu. A investigação "A Dor com Rosto", que conta com diversas parcerias clínicas nacionais e internacionais, está a ser desenvolvida, âmbito do projecto pioneiro FACE que se iniciou em 2009 e pretende cartografar ao longo de uma década os movimentos e linguagens faciais dos portugueses, noticia o CiênciaPT.
FONTE:"http://www.tribunamedicapress.pt/rss/29267-laboratorio-do-porto-estuda-a-dor-na-face-humana"
Portugueses demonstram inibição da entrada do VIH-1

Investigadores do Instituto de Medicina Molecular (IMM) mostraram como determinados antivirais inibem a entrada do vírus VIH-1 nos glóbulos vermelhos e brancos humanos, num trabalho que será publicado na revista PLoS ONE. Os resultados com estes fármacos - um já aprovado e outro em desenvolvimento para uso clínico - indicam aspectos que devem ser levados em conta quando se concebem e desenvolvem antivirais contra o vírus que provoca a SIDA. Estima-se que diariamente sejam infectadas mais de 15 mil pessoas em todo o mundo, sendo Portugal o país europeu com maior taxa de novas infecções, afirma o comunicado do IMM. Hoje em dia são usados medicamentos que visam manter a carga viral sanguínea em níveis baixos, mas há outras alternativas como os "inibidores de fusão". Foi este tipo de fármaco o estudado no IMM, nomeadamente o enfuvirtide e um fármaco de segunda geração chamado T-1249, e que inibiu a fusão das partículas virais com as membranas das células, actuando, assim, antes da entrada do próprio VIH-1, avança o DN. "O nosso trabalho vem mostrar que os fármacos de segunda geração podem ter ainda maior eficácia e uma das razões está na maior afinidade que têm para as membranas dos glóbulos vermelhos e dos glóbulos brancos", afirma Pedro Matos, primeiro autor do estudo.
FONTE:"http://www.tribunamedicapress.pt/rss/29273-portugueses-demonstram-inibicao-da-entrada-do-vih-1"
sexta-feira, 19 de março de 2010
Tratamentos para infertilidade sobem risco de prematuridade
Resultados verificados nas técnicas de FIV e ICSI
Os casais que recorrem a fertilização in vitro (FIV) ou a injecção intracitoplasmática de esperma (ICSI, na sigla inglesa) apresentam uma taxa mais elevada de parto prematuro.
Os casais que recorrem a determinados tratamento para a infertilidade apresentam uma probabilidade mais elevada de terem um bebé prematuro, sugere um estudo dinamarquês publicado no jornal Fertility and Sterility. Os investigadores verificaram que, num grupo de mais de 20 mil mulheres que deram à luz entre 1989 e 2006, as que recorreram a fertilização in vitro (FIV) ou a injecção intracitoplasmática de esperma (ICSI, na sigla inglesa) apresentavam uma taxa mais elevada de parto prematuro. Dos 730 bebés concebidos com ajuda daquelas técnicas, quase oito por cento eram prematuros e 1,5 por cento muito prematuros. Em comparação, menos de cinco por cento dos bebés nascidos de mães férteis eram prematuros e 0,6 por cento muito prematuros. Os autores sublinham que mesmo após a contabilização de factores como a idade da mãe, peso e hábitos tabágicos, a FIV e a ICSI estavam associadas a um risco 53 por cento mais elevado de prematuridade. De acordo com o estudo, outras formas de tratamentos para a infertilidade, como os medicamentos e a inseminação artificial, não estão associados a um maior risco de parto prematuro.
FONTE:http://www.tribunamedicapress.pt/internacional-1/29156-tratamentos-para-infertilidade-sobem-risco-de-prematuridade""
Os casais que recorrem a fertilização in vitro (FIV) ou a injecção intracitoplasmática de esperma (ICSI, na sigla inglesa) apresentam uma taxa mais elevada de parto prematuro.
Os casais que recorrem a determinados tratamento para a infertilidade apresentam uma probabilidade mais elevada de terem um bebé prematuro, sugere um estudo dinamarquês publicado no jornal Fertility and Sterility. Os investigadores verificaram que, num grupo de mais de 20 mil mulheres que deram à luz entre 1989 e 2006, as que recorreram a fertilização in vitro (FIV) ou a injecção intracitoplasmática de esperma (ICSI, na sigla inglesa) apresentavam uma taxa mais elevada de parto prematuro. Dos 730 bebés concebidos com ajuda daquelas técnicas, quase oito por cento eram prematuros e 1,5 por cento muito prematuros. Em comparação, menos de cinco por cento dos bebés nascidos de mães férteis eram prematuros e 0,6 por cento muito prematuros. Os autores sublinham que mesmo após a contabilização de factores como a idade da mãe, peso e hábitos tabágicos, a FIV e a ICSI estavam associadas a um risco 53 por cento mais elevado de prematuridade. De acordo com o estudo, outras formas de tratamentos para a infertilidade, como os medicamentos e a inseminação artificial, não estão associados a um maior risco de parto prematuro.
FONTE:http://www.tribunamedicapress.pt/internacional-1/29156-tratamentos-para-infertilidade-sobem-risco-de-prematuridade""
quinta-feira, 18 de março de 2010
Estimulação cerebral profunda eficaz na epilepsia refractária

Eléctrodos implantados no cérebro
Apesar de ser uma técnica invasiva e com potenciais complicações, a estimulação cerebral profunda apresenta bons resultados nos doentes que não respondem aos medicamentos.
A estimulação cerebral profunda (ECP) está a revelar-se uma técnica promissora no tratamento da epilepsia refractária, afirmam investigadores norte-americanos num estudo publicado no jornal Epilepsy. Nesta investigação, foram implantados eléctrodos nos cérebros de 110 doentes epilépticos e monitorizadas as convulsões. Os resultados indicam que o número de crises diminuiu em 41 por cento dos doentes, após 13 meses, sendo que esta percentagem aumentou para 56% após dois anos de ECP. Todos os doentes sofriam de crises epilépticas regulares e nenhum respondia aos tratamentos farmacológicos (epilepsia refractária). Estudos anteriores concluíram que um terço dos casos de epilepsia não responde aos medicamentos. Apesar da ECP se apresentar como uma alternativa eficaz para este sdoentes, os autores lembram que se trata de uma técnica invasiva com potenciais complicações graves. Segundo a OMS, a epilepsia afecta 50 milhões de pessoas em todo o mundo.
FONTE:"http://www.tribunamedicapress.pt/internacional-1/29104-estimulacao-cerebral-profunda-eficaz-na-epilepsia-refractaria"
quarta-feira, 17 de março de 2010
Proteína da banana previne transmissão sexual da sida

Mais potente que os principais antirretrovirais
Lectina BanLec liga-se à cobertura do VIH, rica em hidratos de carbono, o que impede o vírus de se propagar e de criar resistências ao tratamento.
As bananas são compostas por uma proteína que pode ajudar a prevenir a transmissão da SIDA por via sexual, concluiu um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de Michigan. A lectina BanLec é um inibidor natural do VIH, “tão potente quanto duas das principais drogas utilizadas no tratamento da doença”, que bloqueia a acção do vírus antes de este se fixar às células sanguíneas, explicam os investigadores. Em declarações à revista Journal of Biological Chemistry, Michael Swanson, coordenador do trabalho, explica que a BanLec se liga à cobertura do vírus, rica em hidratos de carbono, o que impede a sua propagação no corpo humano. Devido à sua forma de actuação, esta lectina pode oferecer uma “protecção mais ampla”, defende o especialista. “O problema com alguns antirretrovirais é que o vírus pode sofrer mutações e tornar-se resistente, mas isso é muito mais difícil na presença das lectinas. Elas podem se ligar aos hidratos de carbono presentes na cobertura do VIH e isso, à partida, exigirá múltiplas mutações para que o vírus se torne resistente”, concluiu Michael Swanson.
FONTE:"http://www.tribunamedicapress.pt/internacional-1/29032-proteina-da-banana-previne-transmissao-sexual-da-sida"
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